CD do futuro terá capacidade de 200 mil DVDs, dizem pesquisadores

Cientistas da Univesidade de Swinburne desenvolvem um projeto de
nanotecnologia que pretende incluir um petabyte –quatrilhão de bytes– em
um só disco, informou o jornal britânico “The Inquiror” .

Com a tecnologia, o disco suportaria uma quantidade de dados 20 mil vezes
superior ao dos discos Blu-ray e poderia armazenar até 200 mil vezes mais
que os atuais DVDs.

Segundo afirmam os pesquisadores, um CD normal possui espessura de 1,2
milímetros, mas a informação guardada com a tecnologia atual ocupa cerca
de 0,1% do volume total. Os outros 99,9% do espaço do disco é
desperdiçado.

O projeto, que tem duração de cinco anos e um milhão de dólares de
investimento, tem por objetivo desenvolver uma técnica em que este espaço
a mais seria utilizado.

A idéia dos pesquisadores é aumentar o número de camadas que podem ser
usados para armazenar os dados.

Fonte

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Elvis Presley é o famoso morto que mais rendeu dinheiro no último ano

O rei do rock Elvis Presley, é o famoso que já morreu que mais rendeu
dinheiro no último ano, de acordo com o ranking listado pela revista
Forbes.

Em 2008, Elvis teve muito lucro principalmente pela série de homenagens
feitas por causa dos 30 anos de sua morte, fato que foi muito bem
aproveitado pela família do músico.

Na mesma lista dos ricos de cemitério aparecem o criador de Snoopy,
Charles Schulz, o ator australiano Heath Ledger, o prêmio Nobel Albert
Einstein e o produtor de Hollywood Aaron Spelling.

Fonte

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Madonna no Brasil: Ainda há Ingressos Para Shows Extras

Na última sexta-feira, a empresa Time For Fun disponibilizou ingressos
para todos os setores dos shows extras de Madonna no Brasil. Há ingressos
disponíveis para as apresentações do dia 15 de dezembro no Rio de Janeiro
e dia 21 em São Paulo.

Segundo a produtora, não se trata de mais ingressos colocados à
disposição, mas são decorrentes de cancelamentos de compras. As vendas
estão sendo feitas através do site da Ticketmaster e pelo telefone 11
4004-1007. Segundo o site da Ticketmaster, até a manhã desta terça-feira,
23, havia ingressos disponíveis para o show em São Paulo apenas para a
arquibancada laranja.

Para o show no Rio de Janeiro estavam disponíveis os setores pista,
cadeira lateral, cadeira central, arquibancada e arquibancada central. O
endereço da Ticketmaster é www.ticketmaster.com.br. São aceitos todos os
cartões de crédito e é só será permitida a compra de seis ingressos por
CPF.

Veja as datas dos shows de Madonna no Brasil clicando aqui. [Fonte]

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Agenda Das Apresentações de Madonna no Brasil

Confira abaixo as dias e locais em que Madonna irá se apresentar no Brasil:

Estádio do Maracanã
Rua Professor Eurico Rabelo, S/N – Rio de Janeiro/RJ
Data: domingo, 14 de dezembro de 2008
Horário: 20h00
Informações:
21 4005-1525
www.ticketsforfun.com.br

Estádio do Maracanã
Rua Professor Eurico Rabelo, S/N – Rio de Janeiro/RJ
Data: segunda-feira, 15 de dezembro de 2008
Horário: 20h00
Informações:
21 4005-1525
www.ticketsforfun.com.br

Estádio do Morumbi
Praça Roberto Gomes Pedrosa, S/N – São Paulo/SP
Data: quinta-feira, 18 de dezembro de 2008
Horário: 20h00
Informações:
www.ticketsforfun.com.br

Estádio do Morumbi
Praça Roberto Gomes Pedrosa, S/N – São Paulo/SP
Data: sábado, 20 de dezembro de 2008
Horário: 20h00
Informações:
www.ticketsforfun.com.br

Estádio do Morumbi
Praça Roberto Gomes Pedrosa, S/N – São Paulo/SP
Data: domingo, 21 de dezembro de 2008
Horário: 20h00
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Maroon 5 se Apresenta no Brasil em Novembro

Após quatro anos sem se apresentar no Brasil, a banda de pop rock Maroon 5
faz show em São Paulo no próximo dia 9 de novembro. O grupo ainda se
apresenta em Belo Horizonte e no Rio de Janeiro.
Formada por Adam Levine (vocal e guitarra), James Valentine (guitarra),
Jesse Carmichael (teclado), Mickey Madden (baixo) e Matt Flynn (bateria),
a banda acumula pouco mais de dez anos de estrada e já lançou dois discos.

O primeiro, “Songs About Jane”, tornou o grupo mundialmente conhecido com
o hit “This Love” que, no Brasil, fez parte da trilha sonora da novela
“Senhora do Destino”, da Globo. O disco vendeu 10 milhões de cópias em
todo o mundo e rendeu 26 discos de platina à banda.

O segundo álbum “It Won’t Be Soon Before Long “, lançado no ano passado,
marca a entrada do baterista Matt Flynn, que substitui Ryan Dusick,
afastado por conta de lesões no braço.

O álbum tem influências de ícones dos anos 80 como Prince, Michael Jackson
e Talking Heads. Seu primeiro single, “Makes Me Wonder”, ficou três
semanas no topo da Billboard.

Maroon 5
Quando: 9/11, às 21h
Onde: Via Funchal. Rua Funchal, 65, tel. 0/xx/11/3188-4148, São Paulo
Quanto: de R$ 180 a R$ 300 (à venda no site da Via Funchal)

Fonte

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Novo CD de Zé Luiz Maia – Por Aquiles Reis

Luizão e Luizinho, o Contrabaixo de Pai Para Filho

Tal Pai (Delira Música) é o CD gravado por Zé Luiz Maia para homenagear a
música de seu pai Luizão Maia. Ao gravar composições do pai, o filho rende
tributo a um dos maiores contrabaixistas do Brasil.
Mas pense que tudo se resume às boas intenções de um filho orgulhoso do
pai que lhe serviu de espelho. Basta ouvir o álbum para sentir na pele e
nos ouvidos o fruto do amor de um filho por seu pai. Amor encarnado no
instrumento que serve de elo entre as vidas dos dois brilhantes
instrumentistas.

Referência do contrabaixo para várias gerações, que o tem como mestre,
Luizão brilhou principalmente nos anos 1970 e 1980 – seu instrumento de
quatro cordas deu suingue à banda que acompanhava Elis Regina, dentre
outras. Mas, para além de seu magistral contrabaixo, ele também era
compositor dos bons, e imenso em estatura e musicalidade.
Zé Luiz Maia herdou o talento de Big Lui. Com seu baixo de cinco cordas, e
a pegada forte, traz de volta o som ímpar que Luizão tirava do baixo; e,
para melhor agradá-lo, entendeu de juntar um time como há muito não se
ouvia tocando junto.

Mas não se pode falar de um disco assim sem antes nomear cada um dos que
aceitaram o convite para tocar sete músicas só de Luizão, uma dele com
Marku Ribas, outra com Gilson Peranzzetta e ainda outra com João Rebouças.
Um naipe de metais: Marcelo Martins (sax alto e flauta), Zé Carlos
“Bigorna” (sax tenor, flautas e um arranjo), Henrique Band (saxes barítono
e soprano, e um arranjo), Jhonson de Almeida (trombone), Arimatéa de
Oliveira e Bruno Santos (flugelhorn e trompete).

E mais Fernando Merlino (piano), Leonardo Amuedo (guitarra e um arranjo),
Marcio Bahia (bateria e percussão), Tino Junior (sax alto e tenor), Itamar
Assiere (piano e arranjo para quatro músicas), Lula Galvão (violão), Marku
Ribas (violão, percussão de bochecha e voz), Rildo Hora (gaita), Gilson
Peranzzetta (piano e um arranjo), Mario Adnet (violão e um arranjo) e
Jhonson de Almeida (percussão).

Há que se louvar a eficiente mixagem, feita por Daniel Cheese, que realçou
o som de cada instrumento e permitiu tornar nítida a emoção e a técnica
afloradas em cada compasso.

Desde a primeira faixa, o naipe de metais serviu como base para os
arranjos. A ela, seguiram-se outras, igualmente suingadas, em que os solos
e os improvisos vão passando de um para o outro, tendo a alinhavá-los o
baixo de Zé Luiz.

Luizão e Luizinho, filho e pai sempre unidos. Não há distância que limite
o amor nascido entre notas musicais.

Tal Pai – que por tudo nos remete a Ouro Negro, CD que homenageou o
maestro Moacir Santos –, é a demonstração de que o instrumentista
brasileiro está entre os melhores e mais virtuosos do planeta. Mas com uma
diferença fundamental: a música feita aqui é muito mais diversificada do
que a de qualquer outro país, o que faz dela a mais rica do mundo.

Comentário de Aquiles Rique Reis, músico e vocalista do MPB4
Publicado no Diário do Comércio (SP), Meio Norte (Teresina), A Gazeta (Cuiabá), Jornal da Cidade (Poços de Caldas) e Brazilian Voice (uma publicação voltada para os brasileiros residentes em toda costa leste dos EUA).

PS. Tristeza em todas as vilas músicais do Brasil. Morreu Luiz Carlos da
Vila. Saudades.

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Novo CD – Adolar Marin, O Independente Que Cria no Tempo e no Contratempo – Por Aquiles Reis

O tempo voa e nos deixa, por vezes, aturdidos com a rapidez de seu passar. E nos deixamos ficar vendo seu lépido voar, que larga para trás o que não somos capazes de guardar, posto que incapazes de domá-lo e dele nos assenhorar.

Vã utopia. Reiterada mania de querermos fazê-lo estancar e esperar. Resta tudo o mais. Resta a música. Ficamos nós e nossa angústia. Nós e a loucura que nos lançará, inexoravelmente, num futuro desconhecido.

Tanta divagação para enfim chegar a Atemporal, CD independente de Adolar Marin. Segundo Houaiss, atemporal é “adj.2g. (c1940) 1 em que não há tempo; fora do domínio do tempo; intemporal 2 em que se faz abstração do tempo (…)”.

Tudo a ver com Adolar Marin, que escreveu e disse: “Às vezes sou tão grande que não caibo em mim. Outras horas, tão pequeno que em meu corpo, como um frasco, sou um líquido no fim”.

Atemporal é álbum lançado já há algum tempo. Mas graças a um mercado que dá pouca ou quase nenhuma importância a lançamentos independentes, e contrariando todos os lugares (in)comuns usados para expressar o seu passar, o tempo para os independentes parece que não adianta. É como se o disco independente parasse no tempo, à espera de quem o leve em direção a um momento que está mil compassos à frente do presente.

Adolar Marin, compositor, violonista e guitarrista, nos dá um álbum com 15 canções inéditas. Quatorze são dele. Destas, seis em parceria com Léo Nogueira. Bom poeta, Léo também compôs “Arco-Íris” com Élio Camalle, única música no CD que não é de Adolar.

Atemporal é sugestivo nome para um disco que não se prende a estilos nem a fórmulas; que foge de estereótipos e encontra na diversidade a melhor maneira de se expressar. Cada faixa tem uma levada; cada música, um ritmo; cada verso, a cara da canção que o emoldura.

Cantor de recursos razoáveis, Adolar canta para demonstrar seu talento de compositor. Bom instrumentista, seu violão e sua guitarra adornam os inspirados arranjos que escreveu junto com o também violonista, guitarrista e bandolinista Dino Barioni. Juntos, eles produziram Atemporal.

Por suas faixas brilham ora a admirável flauta de Léa Freire e o enérgico contrabaixo de Sizão Machado, ora o mágico acordeom de Dominguinhos, a bela voz de Virgínia Rosa e o canto de Élio Camalle.

Você, amiga, gosta de samba? Em Atemporal tem. Quer choro? Tem. De baião, você gosta? Também tem. E tem valsa e tem modinha e tem poesia. Muita poesia da boa, inspirada. Feito a de Léo Nogueira para “Nave Mãe”: “E eu que sou puro, pintei quadros no inferno/Com as tintas que há no breu/Construí muros e tornei-me um interno/Desse hospício que sou eu”. Fique certo, amigo, Atemporal é pródigo em música de qualidade.

Mesmo que o tempo não se curve aos anseios que temos de alcançá-lo, é da música, cantada ou instrumental, independente ou não, que poderemos também nos valer para tornar o passar da vida mais suave, menos insípido: Atemporal.

Comentário de Aquiles Rique Reis, músico e vocalista do MPB4
Publicado no Diário do Comércio (SP), Meio Norte (Teresina), A Gazeta (Cuiabá), Jornal da Cidade (Poços de Caldas) e Brazilian Voice (uma publicação voltada para os brasileiros residentes em toda costa leste dos EUA).

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Novo CD – Marcelo Camelo “Sou”

Marcelo Camelo dispensa apresentações. O músico ficou nacionalmente conhecido à frente do quarteto Los Hermanos. Após uma década juntos o grupo decide se separar para que cada integrante desse seguimento em outros projetos. “Sou” é o primeiro passo no caminho escolhido por Camelo.

Em seu primeiro álbum solo o cantor e compositor contou com a colaboração da banda paulista Hurtmold, um dos preferidos da ‘turma alternativa da Rua Augusta’. Também colaborou a cantora Mallu Magalhães – da mesma turma – que divide os vocais em “Janta”, e o grande sanfoneiro Dominguinhos, que toca seu instrumento em “Liberdade”.

As músicas são em sua maioria calmas, bonitas, introspectivas e até melancólicas. Assim como as letras que traduzem certa tristeza. Marcelo Camelo faz boas letras, isso é verdade, o difícil é ouví-lo cantar essas letras. A voz arrastada cansa o ouvinte ao longo das 14 faixas.

O disco começa com “Téo e a Gaivota”, primeira faixa que foi disponibilizada na internet. Há uma certa psicodelia no instrumental mas o vocal está mais é para Bossa Nova. Uma das músicas tem um clima diferente, “Copacabana”, uma marchinha carnavalesca cheia de instrumentos de metais e provavelmente a única que remete aos tempos de Los Hermanos.

“Sou” tem algumas sutilezas que precisam de atenção para serem percebidas. E paciência para conseguir ouvir tudo. O ponto louvável é que Marcelo Camelo não precisa fazer concessões a ninguém, seja aos fãs ou ao mercado. A grande base de fãs fanáticos de Los Hermanos vai gostar e fazer do álbum um sucesso. Mas só eles.

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MySpace se une a Grandes Gravadoras

O MySpace anunciou uma parceria com três das maiores gravadoras do mundo
para formação de uma nova plataforma de venda e exibição de músicas pela
internet. Com o acordo, o site vai formar uma nova empresa com Universal
Music, Warner Music e Sony BMG.

A idéia é utilizar o tráfego de audiência do MySpace para gerar receita
para gravadoras e artistas, por meio de publicidade e vendas de download
de músicas. Trata-se de mais uma tentativa da indústria fonográfica de
lucrar com o mundo digital e compensar as perdas com vendas de CDs.

Pelo novo site, os usuários poderão baixar arquivos sem DRM (sistema que
limita o número de cópias possíveis de um arquivo) e ter acesso a vídeos e
canções por streaming –neste caso, a receita vai vir da publicidade
presente na página. Além disso, será possível formar listas de músicas e
compartilhá-las.

Também está previsto que o site ofereça download para celulares. Os
artistas também poderão fazer promoções pelo site e vender outros
produtos, além de músicas, como camisetas ou ingressos para shows.

Atualmente, o canal de música do MySpace recebe 30 milhões de visitantes
únicos por mês e tem 5 milhões de artistas cadastrados.

Ainda não há uma data certa para a estréia do novo site, mas a expectativa
é que isso ocorra em três ou quatro meses nos Estados Unidos. Segundo a
assessoria de imprensa do site no Brasil, o serviço também será oferecido
no país, mas não há data de estréia definida.

De acordo com analistas, o negócio coloca o MySpace na briga com lojas de
música digital como o iTunes, da Apple. “Eles [o MySpace] têm uma enorme
comunidade que quer conversar, compartilhar e aprender sobre música”,
afirmou o analista Rich Greenfield, da Pali Capital, ao jornal “The New
York Times”. “Ninguém tem isso. Há uma descoberta de música acontecendo no
MySpace que é muito mais profunda do que no iTunes”, afirma.
A nova empresa, chamada MySpace Music, terá estrutura própria, com sede em
Los Angeles, e uma equipe exclusiva.

Fonte

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Depeche Mode Assina com a EMI e Anuncia CD e Turnê para 2009

A gravadora EMI acaba de assinar contrato com o grupo Depeche Mode. O selo Mute, da EMI, é recordista de vendas do trabalho de estréia do grupo britânico, o single Dreaming of Me, lançado em 1981, no Reino Unido.

Na prática, o novo contrato prevê que a EMI Music lançará a música do Depeche Mode nos Estados Unidos, iniciativa pioneira, bem como no resto do mundo. Andy Fletcher, um dos integrantes do grupo, disse:

- Estamos muito felizes por dar continuidade à nossa relação com a Mute, e estamos animados com a nova equipe e o novo acordo com a EMI. Este será um capítulo muito animado.

Nick Gatfield, presidente da EMI Music – dos selos A&R na América do Norte, no Reino Unido e na Irlanda, disse:

- Estamos muito satisfeitos por expandir nossa relação com o Depeche Mode, e por poder fornecer essa plataforma de distribuição de sua música nos Estados Unidos, pela primeira vez. A banda é uma das mais inovadoras e bem-sucedidas do mundo e segue quebrando barreiras e conquistando fãs com os trabalhos de estúdio e também ao vivo.

Daniel Miller, presidente da Mute, complementa:

- Estou muito feliz em dar continuidade ao trabalho com a banda. Eles sempre inovaram muito no estúdio e têm os fãs mais leais que uma banda pode ter, hoje em dia. Acredito que as equipes da Mute e da EMI estejam dispostas a amplificar o sucesso do Depeche Mode.

O primeiro lançamento fruto dessa nova parceria com a EMI Music é um novo álbum de estúdio, o 12º da banda, com previsão de lançamento nos Estados Unidos em abril de 2009. No momento, Dave Gahan, Martin Gore e Andy Fletcher estão em Nova York trabalhando no novo CD, que segue o lançamento de 2005, Playing the Angel, 1º lugar em 18 países.

Além disso, Depeche Mode anunciou as datas da conexão européia da Tour of the Universe 2009 – a primeira turnê em grandes estádios da banda, que se apresentará em 28 cidades de 21 países.

A turnê, que começará dia 10 de maio, em Israel, é a primeira desde a turnê Touring the Angel, de 2005, que bateu os recordes de vendas nas bilheterias: foram 1,8 milhão de ingressos vendidos para 87 shows.

Formada em Basildon, Inglaterra, em 1980, o Depeche Mode é considerado o pai do movimento synthpop da década de 80 e tornou-se um dos grupos mais influentes do pop dos últimos 25 anos, inspirando gerações de novos artistas com seu som eletrônico sublime e superlativo.

A banda já acumulou inúmeros singles no top das paradas, incluindo Just Can’t Get Enough, Everything Counts, Enjoy the Silence, People Are People, Master and Servant,Personal Jesus, Policy of Truth e Precious.

Os 11 CDs de estúdio da banda já venderam, juntos, mais de 75 milhões de cópias em todo o mundo.

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