Curso De Técnica Vocal E Canto – Mini Curso Grátis!

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Foi lançado (ou para melhor dizer – RELANÇADO) recentemente o site que promove a venda do Curso de Técnica Vocal e Canto POWER SING.

Agora você tem acesso ao mini Power Sing, um mini curso GRÁTIS em 6 lições, com várias dicas e técnicas, até mesmo para quem já canta.

O Curso é direcionado a cantores, vendedores, professores, locutores, comerciantes, atendentes, advogados, conferencistas, operadores de tele marketing, telefonistas, secretárias e todos aqueles que utilizam a voz de alguma forma para exercer sua profissão ou hobbie.

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Agora Você Pode Gravar O Seu CD!

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Se você é compõe ou canta e precisa gravar um CD para divulgar o seu trabalho, chegou o site Arranjo Online, que vai possibilitar a gravação do seu CD á distância, com qualidade profissional.

O Serviço é completo, gravado com instrumentos ao vivo e samplers, além decontar com serviços de gravação de backing vocals e linha melódica vocal.

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Novo CD – Alessandro Penezzi – Por Aquiles Reis

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Mesmo no meio musical, Alessandro Penezzi ainda é pouco conhecido.  Mas deve-se prestar atenção neste nome, pois logo ele estará na lista  dos melhores violonistas brasileiros de todos os tempos.
Em 1997, este piracicabano de 34 anos se formou em violão erudito na  Escola de Música de Piracicaba – SP. Em 2005, tornou-se bacharel em  música popular pela Unicamp. Seu primeiro trabalho solo, Abismo de  Rosas (independente), é de 2001; o segundo, Alessandro Penezzi  (independente), de 2006.

Agora, lançado pela Capucho CDs e Produções Artísticas, Penezzi lança  Sentindo, no qual o músico mostra por inteiro o ótimo compositor que  traz o violão na alma.

Instrumentista que também toca violão de sete cordas e violão tenor,  cavaquinho, bandolim e flauta, a ele o violão deve o carinho com que  é tratado. E retribui com a melhor das sonoridades da caixa e do  braço por onde se estendem suas seis notas mi-si-sol-ré-lá-mi.

O CD traz doze faixas. Destas, nove são de Alessandro Penezzi. E ele  começa tocando a sua valsa “Sentindo”. Ali se vê que a delicadeza e a  força se juntam para interpretar com desafetação a harmonia e com  singeleza a melodia. Segue-se o seu choro “Saudades do Raphael”. Mais  uma vez os dois, violão e Penezzi, se dão por inteiro. É quando o  coração, as mãos e os dedos, reverentes à sonoridade perfeita do  instrumento, demonstram que virtuosismo e suavidade são sinônimos. E  o talento cede vez à humildade reverente à valsa “Sinuosa” (Maurício  Carrilho), tocada com sentimento e arrebatadora simplicidade.
Alessandro Penezzi é um violonista com asas de borboleta, e não dedos  nas mãos, tamanha é a delicadeza com que preme as cordas de seu  instrumento. Impressionam a limpeza e a pureza com que o  instrumentista interpreta cada uma das músicas. Seus graves são  “gordos”, os agudos, “leves”, tudo tocado em nome do amor ao violão e  à música.

Em cinco das doze faixas do CD, Alessandro Penezzi tem Sizão Machado  no contrabaixo acústico e Alex Buck na bateria. Porém, logo na quarta  faixa, “Delírio Brito” (Penezzi), a primeira em que se ouvem os  convidados, a idéia de juntá-los se mostra equivocada. Se não pelo  contrabaixo, pela presença da bateria.

Não que Buck seja um mau baterista, ao contrário; mas ele parece não  sacar a singeleza do tocar de Alessandro Penezzi. Sua performance,  baseada em pratos, caixa e tambores, bate de frente com o que de  melhor tem o álbum: o virtuosismo sem afetação do violão de Penezzi.  Para o equívoco, contribui também a mixagem. Aguda, muitas vezes  levando a bateria a disputar o primeiro plano com o violão, ela  acentua o desacerto.

Mas nada que impeça o prazer de mais ouvir Alessandro Penezzi tocando  obras como a bela valsa “Quando me lembro” (Luperce Miranda), ou  ainda recriando “Todo Sentimento”, obra-prima de Cristóvão Bastos e  Chico Buarque.

Ao final, tudo faz com que percebamos estar diante de um gênio com  seu mágico violão e suas belíssimas composições.

Comentário de Aquiles Rique Reis, músico e vocalista do MPB4
Publicado no Diário do Comércio (SP), Meio Norte (Teresina), A Gazeta (Cuiabá), Jornal da Cidade (Poços de Caldas) e Brazilian Voice (uma publicação voltada para os brasileiros residentes em toda costa leste dos EUA).

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Novo CD – Zimbher & O’Zunido – Por Aquiles Reis

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Zimbher & O’Zunido – música para aturdir

No mundo da música não há nada definitivo. Não há ritmo que subjugue outro, não há gênero que possa se proclamar o tal, nem há forma de interpretação que possa se pavonear de deixar outra no chinelo. Em música tudo pode, desde que a alma se abra a ela e se permita conhecer outra forma de criação.

“Não tenho medo de música!” Esta afirmação de Egberto Gismonti incentiva à coragem de se abrir ao novo e à novidade, que pode abrir um mágico mundo aonde nossos ouvidos jamais imaginaram chegar. Audácia que permite ao “corajoso” conhecer a música que muitos não querem dela sequer ouvir falar, que dirá escutar o que ela tem a lhe dizer.

O que você diria, leitor, se alguém lhe propusesse ouvir um quarteto cuja música mistura roquenrrol com o congo do Espírito Santo e com o samba? Mais: e se este alguém lhe dissesse que a sugestão se deve às letras absolutamente inventivas e poéticas?

Se o “alguém” tentasse entusiasmá-lo a ouvir um som pleno de fraseados de guitarra e baixo, como é que você reagiria? Teria curiosidade e paciência ou riria do “alguém”, afirmando que isso não é música?

E se o “alguém”, fingindo não ouvir a sua provocação, dissesse que o som que ele está recomendando é “sujo” e nem tem uma harmonia tão rebuscada assim, você o mandaria plantar batatas?

E se, em vez de partir para o confronto, o “alguém” lhe dissesse que a melodia da tal música pode surpreender mesmo a você, tão sabedor do que é música de verdade?

Pois bem, seus problemas começaram. O tal “alguém” sou eu, e a tal música é feita pelo brasiliense Carlos Zimbher (compositor e cantor) e por seus companheiros, o gaúcho Luque Barros (violão de sete cordas e baixo), o paulista Estevan Sinkovitz Filho (violão e guitarra) e pelo também paulista Gustavo Souza (bateria). Juntos eles lançaram Zimbher & O’Zunido (Selo Cooperativa).

Os caras fazem música para aturdir. A pegada roquenrrol é forte; a delicadeza é sincera, bela; e a poética, cheia de lances, emociona.

Carlos Zimbher é bom cantor. Suas interpretações fogem de futilidades e sua liderança musical leva o coletivo em busca de sensações musicais não provadas. Para junto de si e de seus parceiros ele ainda trouxe a percussionista do Barbatuques Dani Zulu, o pianista Luis Felipe Gama, a cantora Ana Luiza e o tecladista Yuri Kalil. Todos bem competentes.

Destacam-se “Agenda” (Zimbher e Kiko Dinucci), com letra inusual e forte pegadas da guitarra e do baixo; “Padrões” (Zimbher), samba com direito à cuíca de boca de Dani e ao piano de Luis Felipe; “Quero Te Vestir” (Luis Felipe Gama e Zimbher), quando a levada pop, comandada pela bateria, está de volta; “Vá Embora” (Zimbher), balanço caribenho com boa letra embalado pelas guitarras; e a bela interpretação de Zembher para “Geni e o Zepelim”, de Chico Buarque.

O mundo da música é surpreendente: quando tudo nele parece se enquadrar na ordem já estabelecida, algo surpreendente chega e tudo vira do avesso.

Assim é a música.

Comentário de Aquiles Rique Reis, músico e vocalista do MPB4
Publicado no Diário do Comércio (SP), Meio Norte (Teresina), A Gazeta (Cuiabá), Jornal da Cidade (Poços de Caldas) e Brazilian Voice (uma publicação voltada para os brasileiros residentes em toda costa leste dos EUA).

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Novo CD – Francis Hime – Por Aquiles Reis

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Mais do que um CD, Francis Hime lançou um documento em louvor à música

Francis Hime Álbum Musical 2 (Biscoito Fino) reúne canções pouco conhecidas deste autor de grandes sucessos. Tocando piano nas quinze faixas muito bem gravadas e melhor ainda mixadas, o álbum tem a participação de grandes nomes da MPB.

Quatro composições são em parceria com Chico Buarque: “Amor Barato”, na voz de Zeca Pagodinho – feliz igual pinto no lixo, apoiado pelo cavaco de Luciana Rabelo; “Quadrilha”, cantada por Ivete Sangalo – o tom grave, a zabumba (Marcos Suzano) e o acordeom (Marcos Nimrichter) realçam um belo timbre de voz reverencial à música; “Maravilha”, na voz de Simone; e ainda “O Rei de Ramos” (parceria também com Dias Gomes), cantada por Luiz Melodia.

“Coração do Brasil”, interpretado por Joyce, e o lindo acalanto “Mariposa”, com Mônica Salmaso cantando emocionante e emocionadamente, são parcerias com Olivia Hime, ela que junto com Francis fez a direção musical do CD.

Com Vinícius de Moraes Francis compôs “Saudade de Amar”, cantada por Adriana Calcanhoto, e “O Tempo da Flor”, na voz de Olivia Byington.

Com Paulo César Pinheiro, Francis fez “Lindalva”, cantada por Paulinho Moska. Com Abel Silva, “Promessas, Promessas”, interpretada por Teresa Cristina; com Gilberto Gil, cantada por Lenine, “Um Carro de Boi Dourado”.

Junto com Cacaso, Francis compôs “Grão de Milho” e convidou Renato Braz para cantar – uma voz perfeita para versos tão líricos. Ed Motta bem interpretou, tendo a acompanhá-lo apenas o piano de Francis, “À Meia-Luz”, parceria com Ruy Guerra. Com Geraldo Carneiro, na voz brejeira e faceira de Mart’nália, Francis fez a salsa “Pau-Brasil”.

Fechando o álbum, Bibi Ferreira canta “Viajante das Almas”, de Francis, Fernanda Montenegro e Herbert Richers Junior. Com ela cantam todos os participantes do CD, uma ode à música.

Isto tudo é, musical e precisamente, Francis Hime, viajante das almas que em outras almas se transforma para nelas revigorar a beleza que ele mesmo carrega em si.

Viajante das almas que delas tudo vê e nelas recria o sonho de um povo calejado. Viajante das almas que delas entende tanto quanto o jardineiro conhece as flores e dos nós sabe o marinheiro.

Viajante das almas musicais que se deixa emocionar com o simples, embora saiba tudo o que de intrincado resulta da harmonia mais rebuscada. Viajante das almas boas, sua música tem o gosto do que desconhecemos, mas ardentemente desejamos. Viajante que às almas dá seu piano e com ele as acalanta.

Viajante das almas que nunca pára em porto seguro, pois o desassossego lhe diz mais que o sossego. Viajante das almas que habita o peito dos poetas e as decifra.

Viajante das almas, sua trajetória se dá por pautas ainda não percorridas e nelas se metamorfoseia em mil dons e sons.

Viajante de almas belas e solidárias, daqui do meu canto eu saúdo seu Francis Hime Álbum Musical 2, mais do que um CD, um documento em louvor ao bom gosto e à criatividade musicais.

Comentário de Aquiles Rique Reis, músico e vocalista do MPB4
Publicado no Diário do Comércio (SP), Meio Norte (Teresina), A Gazeta (Cuiabá), Jornal da Cidade (Poços de Caldas) e Brazilian Voice (uma publicação voltada para os brasileiros residentes em toda costa leste dos EUA).

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